Rejeição
a transplantes: ainda durante a fase embrionária, o sistema imunológico aprende
a reconhecer as substâncias que compõem o corpo do indivíduo, de modo a poder,
mais tarde, distingui-las de quaisquer outras substâncias estranhas que venham
a penetrar no organismo.
As proteínas do MHC são as principais responsáveis pelas
complicações ocorridas em enxertos e transplantes de órgãos entre pessoas. Os linfócitos T matadores reconhecem as proteínas do MHC das células do doador
como antígenos e passam a atacar e “rejeitar” o enxerto ou órgão transplantado.


O
sucesso no transplante de órgãos deveria estimular as pessoas a doarem seus
órgãos em caso de morte acidental. Essa atitude altruísta pode contribuir para
salvar a vida ou diminuir o sofrimento de muitas pessoas.

A
auto-imunidade é a causa de diversas doenças humanas, das quais a mais
conhecida é o lupus eritematoso sistêmico. As pessoas afetadas por lupus eritematoso, geralmente mulheres a partir da meia-idade, apresentam problemas
de pele, inflamação das juntas (artrite) e, muitas vezes, sérias complicações
renais.
Outras
doenças provavelmente causadas por auto-imunidade são a febre reumática, a
artrite reumatoide e o diabete juvenil.
A
reação alérgica pode variar de pessoa para pessoa, dependendo do tipo de
alergênio que a provoca. Podem ser inflamação das mucosas, lacrimejamento dos
olhos, secreção nasal, vômitos, diarreias, dificuldades de respiração.



Estresse
e imunidade: o esgotamento físico ou mental (o estresse) deprime o sistema
imunológico. Pessoas tristes e deprimidas têm, comprovadamente, diminuição de
sua atividade imunitária. Por outro lado, quando estamos felizes e descansados,
nosso sistema de defesa torna-se mais ativo.
Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia
dos organismos. São Paulo: Editora Moderna, 2010.
Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia
dos organismos. São Paulo: Editora Moderna, 1ª edição, 1999.
Fonte: NAPOLEÃO & ODAIR. Seres
vivos: funções e relações. São Paulo: Editora IBEP.