Sistema Digestório
Cavidade oral e suas relações
Anatomia de um dente
Vias Urinárias
Sistema Biliar e Pâncreas
Nos
locais em que existem usinas termelétricas, por exemplo, economia de energia
elétrica significa menos combustível queimado. Isso acarreta menos poluição e,
ao mesmo tempo, poupa recursos não-renováveis, como petróleo e carvão mineral.
A
ideia é usar a energia de maneira inteligente. O que, em outras palavras, quer
dizer economizar para que não tenhamos de construir tantas unidades industriais
de transformação de energia. Além disso, precisamos buscar alternativas que
provoquem menos danos ao meio ambiente.
O
combustível usado na época da invenção das rodas provinha do próprio trabalho
humano, cuja energia era gerada a partir do alimento que consumia (caça e/ou
vegetais). Ainda tentando facilitar a sua vida, o homem começa a usar animais
para puxar as cargas. O combustível era o trabalho realizado pelos animais
(burro, cavalo, boi, cachorro), também com origem nos alimentos.
Nos ônibus elétricos que
ainda circulam na cidade de São Paulo, a energia usada é elétrica. Há fios que
ligam o ônibus à fonte de energia elétrica. Esses fios são similares àqueles
que levam energia elétrica às nossas residências. Essa energia elétrica pode
vir de diferentes tipos de fontes.
O
álcool é um biocombustível, já que sua produção vem da cana-de-açúcar, do
milho, do trigo ou da beterraba. No Brasil, o mais comum é o uso da
cana-de-açúcar para produzir o etanol, o álcool que utilizamos para abastecer
alguns automóveis. A Europa usa o trigo e a beterraba; já os EUA usam,
principalmente, o milho para a produção do álcool.
É
surpreendente a quantidade de perda de energia no funcionamento de um carro.
Grande parte da energia fornecida ao veículo é dissipada (perdida). De toda a
energia fornecida ao veículo, apenas 12,5% dela é convertida em movimento das
rodas. Normalmente, os carros funcionam com um rendimento em torno de 20% a
25%.
Os
veículos com sistema de funcionamento elétrico possuem um rendimento maior do
que os térmicos, já que as perdas são bem menores. Nos motores elétricos, elas
ocorrem principalmente pelo atrito interno entre as peças e pelo aquecimento
dos fios devido à corrente elétrica.
Mais
recentemente, na sua fase industrial, o homem, por volta de 1.800, já utilizava
a máquina a vapor. Já o homem contemporâneo, tecnológico, consome por volta de
23.000 kcal/dia, cerca de 100 vezes mais que o homem primitivo.
Atualmente,
a usina hidrelétrica de Itaipu, usando 18 turbinas, é capaz de gerar cerca de
13.000.000 kW de potência.
No entanto, se pensarmos no metrô, por exemplo, percebemos
com maior clareza as vantagens que a tecnologia pode trazer para nossos
deslocamentos.
Já que o combustível mais usado mundialmente, o petróleo, não é eterno
na nossa escala de tempo, é preciso pensar em alternativas a ele. Combustíveis
menos poluentes (gás natural) e de natureza renovável estão em alta devido às grandes
discussões